JORNAL DO BRASIL, UMA HISTÓRIA BAIANA.
Depois de 109 anos de circulação, morreu a semana passada no Rio de Janeiro o jornal do Brasil. É uma história baiana, não sei se nós baianos sabemos, que é uma história de baiana, quase toda de baianos.
Eram três amigos Rui Barbosa, Rodolfo Dantas e o pernambucano Joaquim Nabuco.
Ruy e Rodolfo, baianos. Muito jovens foram para a câmara federal. Lá os três eram abolicionistas contra a escravatura. Fizeram uma grande luta, mas Nabuco e o Rodolfo Dantas eram monarquistas, a favor do império, e Ruy já era republicano. Após a queda do império, D. Pedro II vai para a Europa e o Rodolfo Dantas para defender a monarquia, já na época da republica, funda no Rio de Janeiro, em 09 de abril de 1991 o Jornal do Brasil, onde Nabuco era o redator chefe.
Em dezembro do mesmo ano morre D. Pedro II, em Paris. O jornal que continuava monarquista, dirigidos pelo Rodolfo Dantas e Nabuco faz um caderno especial chamado o “grande morto”. A multidão do Rio histerica e revoltada, invade o jornal pedindo a cabeça de Nabuco e, os dois, Nabuco e Dantas, por conta das retaliações, venderam o jornal de mentira, para uma pessoa não conhecida deles, mas, dirigido por Ruy Barbosa que defendia a republica. Contudo, de tanto combater o governo que na verdade era uma ditadura, teve que fugir para a Argentina, pois Floriano revoltado invadiu o jornal com o propósito de matar Ruy, que teve que fechar o jornal.
Um ano depois o jornal reabre com os irmãos, empresários, Cândido e Fernando Mendes de Almeida, que são os antepassados avô da universidade Candido Mendes, do Rio de Janeiro, que sem sucesso financeiro, passaram para o Conde Pereira Carneiro em 1919, depois o Nascimento Brito e afinal o baiano Nelson Tanuri, outro empresário que mexe com a indústria naval e comprou o jornal, e hoje fechado.
O jornal foi palco de grandes lutas políticas no país. A favor da monarquia, depois contra a ditadura militar de Floriano Peixoto, e enfim, para defender os direito e as posições liberais através dos Mendes de Almeida e Ernesto Pereira Carneiro, e morre nas mãos de um baiano, o Nelson Tanuri.
O Jornal do Brasil foi na verdade o jornal da Bahia. Um jornal fundado por um baiano e infelizmente enterrado por outro baiano. Disso tudo, uma grande lição: O Jornal do Brasil só deu certo quando dirigido por jornalistas ou radialistas. Quando passou duas vezes pelas mãos de empresários não deu certo. Jornal é coisa de jornalista. Empresário é bom, mas não pode comandar jornal.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
Mostras que nascem da terra
O palco da Faculdade 2 de Julho, em um de seus auditórios, prestigiou o IIIº POLICOM- Congresso de Comunicação Social e Políticas Culturais, cujo o tema foi Novos Olhares sobre a America Latina, nos dias 25,26 e 27. Com o intuito de refletir a estética, a produção e recepção cinematográficas da América Latina, os estudantes, pesquisadores, cineastas e convidados entraram em debate.
Para mim, o questionamento da cineasta Natália Rueda, “estamos assistindo e ouvindo nossas musicas?” foi de fundamental importância pois despertou o desejo de pesquisar mais mostras que nascem da nossa terra. Aprendemos a valorizar a cultura, indumentárias, estilo, enfim comercializar o que vem dos colonizadores dos chamados “primeiro mundo”. E nossas riquezas, o que fazemos com elas?
Agora!!! Também acho que o valor cobrado pela inscrição, vinte reais, afastou um pouco os estudantes. Ouvi comentários de pessoas que queriam muito participar, mas não tinha essa grana disponível. Assim, acho que a Faculdade poderia fazer projetos para custear eventos primordiais como esse, nos poupando dessa grana.
O palco da Faculdade 2 de Julho, em um de seus auditórios, prestigiou o IIIº POLICOM- Congresso de Comunicação Social e Políticas Culturais, cujo o tema foi Novos Olhares sobre a America Latina, nos dias 25,26 e 27. Com o intuito de refletir a estética, a produção e recepção cinematográficas da América Latina, os estudantes, pesquisadores, cineastas e convidados entraram em debate.
Para mim, o questionamento da cineasta Natália Rueda, “estamos assistindo e ouvindo nossas musicas?” foi de fundamental importância pois despertou o desejo de pesquisar mais mostras que nascem da nossa terra. Aprendemos a valorizar a cultura, indumentárias, estilo, enfim comercializar o que vem dos colonizadores dos chamados “primeiro mundo”. E nossas riquezas, o que fazemos com elas?
Agora!!! Também acho que o valor cobrado pela inscrição, vinte reais, afastou um pouco os estudantes. Ouvi comentários de pessoas que queriam muito participar, mas não tinha essa grana disponível. Assim, acho que a Faculdade poderia fazer projetos para custear eventos primordiais como esse, nos poupando dessa grana.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Os gases de celulares modernos
Você já se imaginou sem o aparelho celular? Se a resposta for não, relaxe! pois estará enquadrado nos 100 mil brasileiros que hoje possuem o aparelho e detém uma dependência considerada pelos especialistas modernos. A alegação é que o ser humano a muito tempo possui uma necessidade em se comunicar. Senta que lá vai história:
Após muitas experiências para suprir esse desejo, em 1876, Alexander Graham Bell, cria o telefone, e 3 anos depois D. Pedro II trás o telefone para o Brasil, mas especificamente para a cidade do Rio de Janeiro, que foi instalado no Palácio do São Cristóvão hoje, museu nacional.
Esse moderno meio de comunicação vem nos tornando dependente e escravo do “quero mais, e melhor”. Estou falando da tecnologia avançada. Sei, sei você já deve estar se justificando..”não!! eu não estou preocupado com a moda, em estar bem apresentado perante os meus colegas de trabalho, faculdades e até do paquerinha”. só uso celular porque é um mal necessário. Ora!! A vaidade ainda é um dos fatores que nos causa a diferença crescente. Eu conheço pessoas que se apertam, não soltam gases( ver no video indicado abaixo), mas compram sempre o celular mais moderno. Conheço também uma pessoa que até hoje insiste em usar aquele famoso “tijolão”. Ele argumenta que o mesmo já caiu , inclusive no vaso sanitário por diversas vezes e que nem as fedentinas fezes fizeram ele se calar.
E por falar em “modernos”, minha amiga Mara, carioca, sempre que vem me visitar comenta que, em São Paulo e Rio, a moda chega primeiro, e que quando mais ninguém quer, ela me ver usando e tirando a maior onda aqui em Salvador. Pensei!! “será por isso que os primeiros telefone públicos- orelhões- foram instalados nas ruas da cidade- Rio e São Paulo em 1972?
Voltando a história do surgimento do celular, essa necessidade que as pessoas tinham em se comunicar não se limitou. E a primeira chamada de um celular aconteceu em Nova York 1973. A moda dos celulares foi se tornando mais acessível para as pessoas. Primeiro era usado somente para receber e fazer ligações. E assim caminha a evolução, com a criação de novos aparelhos com envio de mensagens, radio, fotos, mp3, jogos, internet, vídeo, Bluetooth, alarmes, TV, enfim o celular perde sua principal essência para tomar novos rumos. Esses novos recurso, me parece que não são utilizados por todos. É mais pra tirar onda e estar na moda.
Assim, a telefonia móvel mudou a forma de se relacionar e transforma atos de quem não vivia as maravilhas do mundo moderno. O que no começo era artigo de luxo fica cada vez mais popular , Os celulares já evoluíram muito desde que começaram a ser vendidos no Brasil a pouco mais de quinze anos. Aparelho que parece mais um computador de mão, o que pode ser uma benção ou uma maldição com milhões de recursos. Uma febre entre os nortes americanos que contaminou nosso Brasil. O mercado está em ritmo frenético. Estar em dias com o 3G , Apple iPhone 3Gs, 16GB GSM, me faz lembrar um vídeo engraçadíssimo que assisti no youtube sobre essa tla de evolução dos celulares:
3 amigos num restaurante. O primeiro atende o celular que toca no seu dedo, terminando a ligação ele diz: O chip foi implantado no meu dedo. O segundo para não ficar atrás atendeu o celular com o chip implantado no nariz, aí o terceiro soltou gases, e pelo visto bem fedorento, olhou para os dois com ar de desdém e disse: ESTOU RECEBENDO UM FAX!
Agora, vocês que acham que esse final só podia vim de Nethe mesmo, vejam esse vídeo Youtube (“para dar risadas-celulares modernos”)
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
HORARIO ELEITORAL....”pesquisaí-vos e vigiaí-vos”....
A democratura do horário eleitoral está diariamente nos nossos lares. Uma imposição cheia de artimanhas para driblar a consciência do eleitorado. Não que eu seja das antigas, mas lembro que antes a campanha era livre. Armando Falcão, o então ministro da Justiça foi quem deu a largada. Para alguns, esse chamado “horário do horror”, inferniza as tardes e noites reservadas.
Enquanto cidadã, acredito que seja de salutar importância aproveitarmos esse tempinho para avaliar cada fala, promessa e até o olhar d@ candidat@, pois pouquíssim@s conseguem construir uma frase sem agredir nossa gramática. Conseguem sim ser artistas a ponto de enganar as leis físicas do som e da ótica. Quem ainda não observou os olhares d@ “tal” candidat@, trêmul@ ao ler a frase determinada por sua assessoria. Se são tão propositantes, por que então o decorebe? Não sabem el@s suas ações?
Portanto irmã@s, vigiai e buscai a verdade!!! Acessem os sites da Câmara Federal, Assembléia Legislativa e do Senado. Lá estão as proposições, leis, indicações enfim, toda a vida política daquel@ que deveremos dar o nosso voto em 3 de outubro.Agora se Voce tiver mais um tempinho visite também o site do vermelho. Nem tod@s são hipócritas, mentiros@s, ladrões. Afinal de contas todos nós temos um pouco de política dentro das nossas ações diárias, e temos dignidade ou, podemos ser um del@s também. Desculpem minhas pretensões, mas tenho uma certa impressão que esse mundo será presidido mesmo é pela mulher.
Vamos seguindo em frente meu povo!!! A mudança está dentro de cada um de nós.
Obs: eu uso o @ para destacar os gêneros..rsrsrs
A democratura do horário eleitoral está diariamente nos nossos lares. Uma imposição cheia de artimanhas para driblar a consciência do eleitorado. Não que eu seja das antigas, mas lembro que antes a campanha era livre. Armando Falcão, o então ministro da Justiça foi quem deu a largada. Para alguns, esse chamado “horário do horror”, inferniza as tardes e noites reservadas.
Enquanto cidadã, acredito que seja de salutar importância aproveitarmos esse tempinho para avaliar cada fala, promessa e até o olhar d@ candidat@, pois pouquíssim@s conseguem construir uma frase sem agredir nossa gramática. Conseguem sim ser artistas a ponto de enganar as leis físicas do som e da ótica. Quem ainda não observou os olhares d@ “tal” candidat@, trêmul@ ao ler a frase determinada por sua assessoria. Se são tão propositantes, por que então o decorebe? Não sabem el@s suas ações?
Portanto irmã@s, vigiai e buscai a verdade!!! Acessem os sites da Câmara Federal, Assembléia Legislativa e do Senado. Lá estão as proposições, leis, indicações enfim, toda a vida política daquel@ que deveremos dar o nosso voto em 3 de outubro.Agora se Voce tiver mais um tempinho visite também o site do vermelho. Nem tod@s são hipócritas, mentiros@s, ladrões. Afinal de contas todos nós temos um pouco de política dentro das nossas ações diárias, e temos dignidade ou, podemos ser um del@s também. Desculpem minhas pretensões, mas tenho uma certa impressão que esse mundo será presidido mesmo é pela mulher.
Vamos seguindo em frente meu povo!!! A mudança está dentro de cada um de nós.
Obs: eu uso o @ para destacar os gêneros..rsrsrs
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
TÁ FALTANDO MULHER!!!!!!
A participação política das mulhere ainda é pouco expressiva, já que os movimentos feministas e de mulheres enfatizaram mais problemáticas relacionadas à saúde, educação, participação no mercado de trabalho e as dimensões das violências sofridas pelas mulheres
A cota de 30% disponibilizada pelos partidos políticos às mulheres candidatas a cargos públicos, ainda é a principal preocupação da seleta classe feminina, que conseguiu se eleger ou reeleger no pleito eleitoral do ano passado. Apesar de avanços, as mulheres reclamam das diferenças existentes em relação aos candidatos homens e, até mesmo, entre o próprio sexo feminino.
Segundo levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU), de cada cinco assentos nos parlamentos do mundo, apenas um pertence a uma mulher. O ideal é que se atinja o equilíbrio: que não menos de 40% e não mais do que 60% das vagas pertençam a um mesmo sexo. Em alguns lugares isso já acontece, como em países nórdicos e europeus. Na Suécia e Noruega, por exemplo, as mulheres participam com 40% das cadeiras do Legislativo e 50% dos executivos. Ou seja, metade dos ministros é do sexo feminino.
No Brasil, é bem diferente. Dos 513 parlamentares da Câmara dos Deputados, 45 são mulheres (8,77%). Nenhuma delas, mesmo em mandatos anteriores, jamais ocupou cargo titular na Mesa Diretora. No Senado, não é muito diferente. Temos 81 senadores e apenas 11 mulheres (13,58%). No entanto, conseguimos avanços. Na mesa diretora atual, dos 11 cargos disponíveis, o segmento feminino ocupa dois deles. Mas ainda é pouco.
Temos avanços na legislação. A mulher chega a um patamar bastante diferenciado do passado, e não podemos baixar a guarda diante do machismo, que representa um entrave para o desenvolvimento da humanidade. Hoje, agressão à mulher e assédio sexual são crimes graças aos movimentos em defesa da emancipação e direitos da mulher em todo o Brasil, a afirmação é da deputada federal Alice Portugal, que já está no seu 2º mandato. É preciso sensibilizar a população, por isso a bancada feminina da Câmara fará uma chamada nacional da mulher na política, em maio, para mobilizar as candidatas. Os partidos preencherão 30% de suas cotas com mulheres. Também queremos garantir pelo menos uma mulher efetiva na Mesa Diretora da Câmara e do Senado. Sugere Alice.
Aqui em Salvador dos 42 vereadores, só 6 são mulheres. Há tempos, nós, mulheres, lutamos por isso, por uma posição na política brasileira. Este ano, as eleições estão aí. A mulher na política tem sido o tema principal, já que teremos, pela primeira vez, várias candidatas potenciais do sexo feminino concorrendo à vaga de presidente da República. É a chance de fazermos a diferença. É uma conquista! As mulheres estão chegando, desabafa a vereadora Aladilce Souza, que também é a representante das mulheres na Câmara.
A participação política das mulhere ainda é pouco expressiva, já que os movimentos feministas e de mulheres enfatizaram mais problemáticas relacionadas à saúde, educação, participação no mercado de trabalho e as dimensões das violências sofridas pelas mulheres
A cota de 30% disponibilizada pelos partidos políticos às mulheres candidatas a cargos públicos, ainda é a principal preocupação da seleta classe feminina, que conseguiu se eleger ou reeleger no pleito eleitoral do ano passado. Apesar de avanços, as mulheres reclamam das diferenças existentes em relação aos candidatos homens e, até mesmo, entre o próprio sexo feminino.
Segundo levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU), de cada cinco assentos nos parlamentos do mundo, apenas um pertence a uma mulher. O ideal é que se atinja o equilíbrio: que não menos de 40% e não mais do que 60% das vagas pertençam a um mesmo sexo. Em alguns lugares isso já acontece, como em países nórdicos e europeus. Na Suécia e Noruega, por exemplo, as mulheres participam com 40% das cadeiras do Legislativo e 50% dos executivos. Ou seja, metade dos ministros é do sexo feminino.
No Brasil, é bem diferente. Dos 513 parlamentares da Câmara dos Deputados, 45 são mulheres (8,77%). Nenhuma delas, mesmo em mandatos anteriores, jamais ocupou cargo titular na Mesa Diretora. No Senado, não é muito diferente. Temos 81 senadores e apenas 11 mulheres (13,58%). No entanto, conseguimos avanços. Na mesa diretora atual, dos 11 cargos disponíveis, o segmento feminino ocupa dois deles. Mas ainda é pouco.
Temos avanços na legislação. A mulher chega a um patamar bastante diferenciado do passado, e não podemos baixar a guarda diante do machismo, que representa um entrave para o desenvolvimento da humanidade. Hoje, agressão à mulher e assédio sexual são crimes graças aos movimentos em defesa da emancipação e direitos da mulher em todo o Brasil, a afirmação é da deputada federal Alice Portugal, que já está no seu 2º mandato. É preciso sensibilizar a população, por isso a bancada feminina da Câmara fará uma chamada nacional da mulher na política, em maio, para mobilizar as candidatas. Os partidos preencherão 30% de suas cotas com mulheres. Também queremos garantir pelo menos uma mulher efetiva na Mesa Diretora da Câmara e do Senado. Sugere Alice.
Aqui em Salvador dos 42 vereadores, só 6 são mulheres. Há tempos, nós, mulheres, lutamos por isso, por uma posição na política brasileira. Este ano, as eleições estão aí. A mulher na política tem sido o tema principal, já que teremos, pela primeira vez, várias candidatas potenciais do sexo feminino concorrendo à vaga de presidente da República. É a chance de fazermos a diferença. É uma conquista! As mulheres estão chegando, desabafa a vereadora Aladilce Souza, que também é a representante das mulheres na Câmara.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Saudosas barracas
A casa caiu para os comerciantes de barracas de praia. Até o momento já foram derrubadas 98 , entre Amaralina e Piatã. A previsão é de que outras 353 barracas sejam derrubadas na cidade.
Os comerciantes estão com os nervos a flor da pele. Também não era pra menos. A decisão já foi tomada pela justiça. A demolição vai continuar acontecendo, sem apresentação de alternativas para os trabalhadores que ficarão sem o sustento da família.
É mesmo uma falta de vergonha. Uma cidade sem ordenação tende a sacrificar sempre os menos favorecidos. Enquanto isso, velhos prédios continuam desabando por abandono dessa mesma prefeitura. Pense no absurdo! Salvador tem precedência.
Os comerciantes estão com os nervos a flor da pele. Também não era pra menos. A decisão já foi tomada pela justiça. A demolição vai continuar acontecendo, sem apresentação de alternativas para os trabalhadores que ficarão sem o sustento da família.
É mesmo uma falta de vergonha. Uma cidade sem ordenação tende a sacrificar sempre os menos favorecidos. Enquanto isso, velhos prédios continuam desabando por abandono dessa mesma prefeitura. Pense no absurdo! Salvador tem precedência.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Comunicação democrática
Nosso público leitor é diversificado. “Meu pai, por exemplo, será fiel ao jornal impresso até a morte, enquanto meu sobrinho não pode tocar num jornal que espirra muito. Pior fica, quando não tem internet em casa (risos).”
Quanto a educação, essa, sofreu mudanças no que diz respeito ao sistema 'decoreba" de ensino, de fato não existe mais um conjunto proto de ensino, onde o aluno apenas copiava e reproduzia texto, mas a forte interferência da midia nos sistemas de ensino, tem os dois lados da moeda: pode ser extremamente benéfico quando funciona como expansor, mas muito alienador, quando se trata dos interesses econômicos...
Claro que temos um sistema educacional precário limitado, mas tanto a educação publica quanto a privada, atendem interesses apenas próprios.
A questão da educação e da mídia , perpassam por eixos antagônicos e paralelos ao mesmo tempo...
Precisamos, mesmo, é de repórter multimídia, redações cujos mesmos repórteres produzem tanto para as rádios da empresa quanto para o online, em tempo real. As dificuldades não são poucas – mas o resultado é que temos uma equipe de repórteres perfeitamente capacitada para executar pautas diárias em ambos veículos (e alguns poucos fazem inclusive tv – não diariamente, claro). Assim atingiremos um maior público, enterrando empresários que não se preocupam com diferentes linguagens, aperfeiçoamento no trabalho, maior aproximação do público. Essa é a verdadeira revolução. Desconstrução de ideias preconceituosas e atrasadas. Clique aqui. LEIA O TEXTO COMENTADO
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